quinta-feira, 21 de março de 2019

10 Tendências de Empreendedorismo e Mercado Para 2019

Quer conhecer as tendências de empreendedorismo para 2019?
Essa é uma excelente ideia para quem pretende criar uma empresa ou adaptar seu negócio a uma nova realidade.
A verdade é que o ano de 2018 confirmou e reforçou um período de disrupção tecnológica que exige um olhar atento de todos os empreendedores.
Ao mesmo tempo, essas tendências de mercado oferecem oportunidades valiosas para quem sabe enxergar e analisar o que deu certo neste ano e o que se mostra promissor no curto, médio e longo prazos.
Neste artigo, você vai tirar suas dúvidas sobre os seguintes tópicos:
  • Como captar as grandes oportunidades do mercado?
  • Quais são as principais tendências de empreendedorismo para 2019?
  • O que é a disrupção tecnológica (e por que é tão importante)?
  • O que a era de conexão total significa para o empreendedor?
Ficou interessado? Então, siga a leitura.

Como se Identificam as Tendências de Mercado e Empreendedorismo?


Para isso, é preciso olhar não apenas para o tipo de produto e serviço que está em alta demanda, mas também para as perspectivas futuras.
Identificar as principais tendências do mercado e do empreendedorismo é essencial para se diferenciar da concorrência já estabelecida e para criar diferenciais competitivos em novos negócios.
Para isso, é preciso olhar não apenas para o tipo de produto e serviço que está em alta demanda, mas também para as perspectivas futuras.
Vamos entender melhor?
Como explica o dicionário Priberam, tendência significa “ação ou força pela qual o corpo tende a se mover para alguma parte”.
Isso quer dizer que o termo se refere a quanto uma determinada situação está propensa a acontecer, e não a uma transformação inevitável.
No mundo dos negócios, uma tendência de mercado é uma corrente seguida por um amplo número de pessoas ou empresas com objetivos semelhantes, geralmente associados à rentabilidade daquele tipo de produto ou serviço.
Essas “apostas” são influenciadas por diversos fatores, como o desenvolvimento do mercado, hábitos e costumes do consumidor e avanços tecnológicos.
E as empresas do setor, é claro, precisam se adaptar – ou enxergar, de longe, novos concorrentes abocanharem fatias importantes de sua clientela.
Então, como elas identificam essas tendências de empreendedorismo e mercado?.
Um método muito conhecido são as pesquisas.
Elas podem ser realizadas por meio de diferentes processos, como os questionários online, grupos focais e etnografia (análise de dados com foco em determinados grupos) .
Essas avaliações podem ser realizadas pela própria empresa, terceirizadas ou captadas por meio de estudos gratuitos e públicos.
Além disso, observar a atuação de grandes players, verificar o comportamento das empresas e avaliar ações concorrentes são medidas interessantes para descobrir informações de alta valia.
Depois de identificadas, as tendências atraem os olhares de diversos empreendedores que querem abrir novos negócios ou adaptar sua empresa com essas perspectivas.
Afinal, como Ray Kroc, antigo dono do McDonald’s e um dos responsáveis pelo crescimento do negócio, disse certa vez:
“Para ter sucesso, você precisa ser ousado, ser o primeiro e ser diferente”.

Top 10 Tendências de Empreendedorismo para 2019

Aproveite esta lista com as 10 maiores tendências de empreendedorismo para o ano que se aproxima.

O ano de 2018 ficou marcado pela alta em alguns tópicos do ambiente corporativo, como os serviços de cashback e o crowdfunding.
Como o mercado é flutuante, algumas tendências permanecem para o ano seguinte, outras se modificam e há aquelas que acabam desaparecendo ou sendo substituídas.
Em 2019, certamente novas ideias vão surgir e, se você quer saber quais são as principais delas, fique de olho nas linhas a seguir.
Abaixo, você encontra uma lista com as 10 maiores tendências de empreendedorismo para o ano que se aproxima.

1. Software as a Service – Software como Serviço

Reconhecidos pela sigla SaaS, essa é uma tendência que surgiu com muita força nos últimos anos e deve se estabelecer ainda mais como um forte nicho de mercado em 2019.
Resumidamente, trata-se da comercialização de softwares acoplado aos serviços oferecidos por uma empresa.
Isso inclui toda a estrutura necessária para a perfeita utilização do programa, como a segurança dos dados, servidores e atualizações.
Normalmente, esse sistema se baseia no formato de assinaturas e exige a conexão com a internet para implementação da aplicação e comunicação entre clientes e prestadores de serviços.
Um exemplo muito famoso é a própria fundadora da indústria, a Salesforce, que oferece, como principal produto, uma plataforma de CRM.
Fornecedora de grandes empresas ao redor do globo, alcançou grande sucesso ao implementar a cultura do customer success em seu processo de vendas.
Essa é, inclusive, a grande jogada nesse mercado para o ano seguinte: o foco no cliente.
E existem diversas outras possibilidades para investimentos no setor, como a automação de processos, aplicativos para dispositivos móveis e desenvolvimento de novos modelos de negócios.

2. Mercado da Experiência Única ao Usuário – Economia de Experiência

Embora tenha sido criado há quase 20 anos, o conceito da Economia da Experiência atrai ainda mais interesse nos dias atuais.
Segundo os especialistas em mercado da Universidade de Harvard Joseph Pine e James Gilmore, em artigo na Harvard Business Review, a grande prioridade das empresas deve ser a promoção e venda de experiências únicas e memoráveis.
Um exemplo citado por muitos professores de especialização em negócios é o da Coca-Cola.
Quando uma pessoa compra o produto, há um valor intangível agregado.
O líquido contido dentro da lata é importante, assim como seu sabor.
Mas a associação a bons momentos, desenvolvida ao longo dos anos, também faz parte da compra do cliente.
Por muitos anos, a empresa investiu nessa percepção, incorporando ao consumo ideias como prazer, prática de esportes, reuniões familiares, entre outras.
No meio digital, esse paradigma sofreu algumas mudanças.
A área de Experiência do Usuário (UX) tem o objetivo de proporcionar uma boa experiência para o usuário quando ele entra em contato com algum canal ou material relacionado à marca.
Nessa preocupação, entram sites, blogs, aplicativos móveis, ferramentas e atendimento ao consumidor.
E, é claro, cuidados com navegabilidade, usabilidade, funcionalidade e acessibilidade são primordiais.
Nesse cenário, fazer com que o internauta sinta-se à vontade, navegue com objetividade e não encontre “bugs” pode ser o diferencial entre o sucesso e o fracasso de um negócio.

3. Aplicativos e Tecnologia Disruptiva

Tratamos de quebra de padrões.
Disrupção poderia ser classificado como o ato de romper uma cadeia.
Quando falamos sobre a tecnologia disruptiva, tratamos de quebra de padrões.
No ambiente de constante melhoramento tecnológico como o atual, é muito comum que pensemos que a progressão linear é o único caminho a ser seguido.
Mas transformar e modificar completamente os modelos de negócio, em um movimento que não segue a melhoria gradual, parece ser a tendência do momento.
Esse conceito é muito popular em cenários de inovação, principalmente no Vale do Silício.
Não é à toa que diversas startups que quebram modelos tradicionais surgem no local.
Inclusive, você provavelmente já adequou à sua rotina diversas tecnologias disruptivas.
E aqui estamos falando de Netflix e Spotify.
Antigamente, o mercado do entretenimento seguia parâmetros completamente distintos, até que essas empresas chegaram para mudar o segmento.
O mesmo aconteceu com a Uber no setor de transporte, a Nubank no ramo financeiro e a Airbnb na hotelaria.
Nesse caso, a curva de evolução não é gradual, e o ineditismo fez a diferença.
Um futuro promissor certamente aguarda a quem estabelece novos modelos de tecnologia e negócios.

4. Trabalhar e Fazer Gestão de Equipes Remotamente – Home Office

Hoje muito se fala sobre os novos modelos de gestão de equipes em trabalho remoto.
O chamado home office é uma tendência porque apresenta diversos benefícios, tanto para as empresas quanto para os colaboradores.
Trabalhar de casa é o sonho de muitas pessoas, o que pode ser alcançado sem maiores problemas diante das condições tecnológicas atuais.
Para a corporação, as vantagens são muitas.
Entre elas, estão o corte de gastos e o aumento da produtividade.
Nesse sentido, a adaptação a esse novo modelo é muito importante.
Ferramentas que facilitam a comunicação à distância, por exemplo, precisam ser exploradas.
No mesmo nível de importância, encontram-se as plataformas que avaliam o trabalho não pelo tempo, mas pela produção e alcance de metas de performance.
Muito disso atribui-se ao fato de que os millennials, geração que participa ativamente da revolução digital, está chegando a cargos mais relevantes na hierarquia de trabalho.
Uma pesquisa realizada por uma série de corporações, como Trello, Opinion Box e Rock Content, mostra que mais de 34% das empresas pretendem investir no sistema remoto.
O mesmo estudo ainda revela que o home office melhora a produtividade, qualidade de vida e diminui os custos do profissional.

5. Mercado de Marketing Interativo

O marketing interativo não se foca apenas na aquisição de clientes.

Outra tendência em franca expansão é o mercado de marketing interativo.
Esse sistema funciona de maneira algorítmica.
Ou seja, recolhe dados para aperfeiçoamento da própria estratégia.
Explicando de forma mais clara, essa ação de marketing visa a interagir com as pessoas e, diante das respostas adquiridas, formular novas ações e interações, de maneira cíclica.
Nesse caso, podemos estabelecer uma conexão infalível entre as ações de marketing e o relacionamento com o cliente, que também é beneficiado pela adequação às suas preferências.
O marketing interativo não se foca apenas na aquisição de clientes, mas também no desenvolvimento da chamada lealdade da marca.
Ou seja, é mais valioso e barato que um mesmo cliente compre vários produtos (já que concedeu a permissão para recolhimento de dados) do que captar novos consumidores.
Baseando-se nas informações recolhidas, o negócio deve adaptar-se às novas expectativas dos consumidores e realizar modificações no produto ao serviço para melhor atender àqueles que já são clientes.

6. A Internet das Coisas – “Internet of Things – IoT”

O conceito de internet das coisas é bem fácil de compreender: basicamente, trata-se da inserção da web em todos os objetos que nos rodeiam no cotidiano.
O que não falta na atualidade são iniciativas voltadas para o aumento do alcance da internet no mundo.
Grandes players da tecnologia, como Elon Musk (Tesla e SpaceX) e Mark Zuckerberg (Facebook) investem parte de seus recursos na criação de satélites para conectar todos os habitantes do planeta.
E, a julgar pelo desempenho dos dois em seus campos de atuação, terão sucesso nessa empreitada.
Hoje a internet já está presente na vida de 54,4% das pessoas, um número impressionante se considerarmos que há dez anos só atingia 17,2% da população.
O termo que se popularizou em inglês, Internet of Things (ou somente IoT), estabelece uma nova realidade para as conexões entre objetos que se conectam e se comunicam.
Pense bem: há pouco tempo você consideraria impossível a computação na nuvem, por exemplo.
Atualmente, já é possível tirar uma foto no celular que irá diretamente para o seu computador e ainda ficará armazenada, para sempre, em um sistema seguro, confiável, online e gratuito.
E até transferir dinheiro entre duas contas com a simples aproximação de dispositivos móveis.
Mas, é claro, a internet das coisas vai muito além disso.
O mesmo celular que tira foto, transmite para a nuvem e ainda paga contas também pode desligar as luzes da casa, programar o ar-condicionado, controlar a televisão, fazer compras online quando a geladeira alertar para a falta de frios…
E muito, muito mais.
Dispositivos vestíveis como smartwatches e óculos, videogames, eletrodomésticos, móveis, veículos e até mesmo construções já são conectados por meio da internet.

7. Serviços de Automação

Processos automatizados geram economia de tempo e recursos, elevando a um novo patamar a produtividade das empresas.

Não há dúvida de que a automação de processos se tornou um dos principais objetos de estudo de grandes empresas de tecnologia ao redor do mundo.
Apesar da preocupação da substituição da mão de obra humana em todos os setores, os cientistas contemporâneos defendem a tese de adaptação dos empregos tradicionais para novas atividades do mercado.
Processos automatizados geram economia de tempo e recursos, elevando a um novo patamar a produtividade das empresas.
No marketing, por exemplo, já são muitas as ferramentas utilizadas.
Chatbots estabelecem comunicação com clientes, plataformas enviam listas de e-mail, aplicativos criam relatórios para análise de dados.
Mas, é claro, a automação pode ser utilizada em qualquer nicho de mercado.
Essa tendência deve se tornar ainda mais forte nos próximos anos, já que ainda há muito trabalho operacional que pode ser acelerado.

8. Mercado de Segurança Digital

Mais uma vertente em crescimento que deve se expandir em 2019 é o mercado de segurança digital.
O novo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), na União Europeia, traz um novo panorama para o setor.
Ele entrou em vigor em 2018, e há uma enorme preocupação de diversas empresas para adaptação ao novo sistema.
Mesmo aquelas que não se localizam no território europeu podem ser prejudicadas caso recolham dados dos usuários residentes no continente.
Com as novas regras, é necessário prestar contas às instituições responsáveis.
Isso não apenas cria novos cargos, funções e equipes, mas impulsiona todas as atividades relacionadas.

9. Eventos ao Vivo

Tendência desde 2017, os eventos ao vivo devem se firmar como uma das maiores fontes de tráfego e consumo de dados em 2019.
Depois de passar por um período de adaptação e aceitação dos usuários, firma-se de vez como um modelo de conteúdo que veio para ficar.
Não é à toa que as transmissões ao vivo ganharam muito espaço em plataformas sociais de grande impacto, como o Facebook e o Instagram.
Nesse cenário, crescem também outros eventos digitais de streaming, como as transmissões por meio do YouTube e Periscope, webinars e palestras.
Outro setor que também apresenta bons resultados com a utilização desse formato são os games, com aplicativos como Twitch, Hitbox e Azubu.

10. Realidade Virtual

Ao analisar as possibilidades de negócios, é importante pensar em todos os setores da economia que podem se beneficiar da realidade virtual.

Não há como negar que a Realidade Virtual (IR) terá uma participação muito mais ativa no ano de 2019.
O desenvolvimento das tecnologias facilitou o acesso aos recursos de imersão.
São diversos sistemas operacionais em expansão que chegam ao lar de cada vez mais consumidores dia após dia.
É claro que, por se tratar de um sistema de interação contínua e cada vez mais semelhante à realidade, prevê-se que rapidamente se tornará um utensílio muito comum.
As televisões, óculos e outros aparelhos eletrônicos já se preparam para receber as inovações.
Trata-se de uma área, portanto, que fervilha com novas propostas e startups.
Ao analisar as possibilidades de negócios, é importante pensar em todos os setores da economia que podem se beneficiar da realidade virtual.
Atenção: o investimento aqui pode não ser de curto prazo, já que a adoção da tecnologia ainda engatinha.

Conclusão

Lembre-se de que a evolução tecnológica representa perdas apenas para quem não se encontra na vanguarda da inovação.

Neste artigo, você entrou em contato com as principais tendências que vão transformar o cenário do empreendedorismo no Brasil e no mundo.
Mais do que se fixar em uma ou outra ideia da lista, você deve abrir os olhos para uma visão mais ampla, que compreende uma realidade de conexão total, inteligência artificial e trabalho cada vez menos operacional e mais estratégico.
Por isso, se o seu negócio ainda se apoia em uma plataforma de sustentação baseada em esforços manuais, que podem ser acelerados pelo poder computacional, é hora de buscar alternativas.
Lembre-se de que a evolução tecnológica representa perdas apenas para quem não se encontra na vanguarda da inovação.
Se você estiver no pelotão da frente, vai passar voando pelas tendências de 2019 e decolar nos próximos anos.
E para isso, vale a pena conhecer o coaching.
Essa é uma metodologia de desenvolvimento pessoal que eleva o indivíduo a um novo patamar de autoconhecimento, liderança e inovação.

Com o coaching, você pode entender quais são suas maiores potencialidades e direcionar seu foco para o que realmente fará você crescer no longo prazo.
Fonte https://www.sbcoaching.com.br/blog/negocios/tendencias-de-empreendedorismo/

StartOut Brasil abre inscrições para missão em Toronto

Empreendedores podem se registrar no programa de 11 de março até 8 de abril

As inscrições para o StartOut Brasil ciclo Toronto (Canadá) estão abertas. Os interessados terão até o dia 8 de abril de 2019 para se inscrever no programa de internacionalização. Serão selecionadas 15 startups brasileiras que nunca participaram ou fizeram de apenas um ciclo do programa e até cinco startups classificadas como graduadas, ou seja, aquelas que participaram de dois ou mais ciclos do StartOut Brasil. A missão acontecerá de 23 a 28 de junho de 2019. “O grande diferencial do StartOut é que as startups são acompanhadas por 18 meses, desde a preparação para internacionalização até a geração de negócios no país de destino”, reforça o gerente de inovação do Sebrae, Célio Cabral.
As inscrições serão realizadas pelo o site do StartOut Brasil e o resultado será divulgado no dia 7 de maio de 2019. O programa é destinado a startups brasileiras já estabelecidas, que estejam faturando, preferencialmente, acima de R$ 500 mil ou que tenham recebido algum tipo de investimento. É importante que as empresas tenham uma equipe 100% dedicada ao negócio, fluência em inglês e que demonstrem capacidade de se expandir internacionalmente sem comprometer suas operações no país.

As empresas aprovadas e selecionadas para o Ciclo Toronto passarão por um processo de preparação para a missão, que terá duração de um a dois meses e que incluirá as seguintes atividades: Webinar de boas-vindas com a equipe de realizadores do programa e especialistas convidados; acesso à trilha para internacionalização de startups na plataforma “Passaporte para o Mundo” da Apex-Brasil; workshop presencial Warm-up. As 15 startups selecionadas da ampla concorrência contarão ainda com: Sessões de consultoria com especialistas em expansão internacional; interação com mentores com experiência no mercado canadense; sessões de treinamento de pitch online; e sessões de consultoria após o retorno da missão para suporte e orientação com relação aos próximos passos.
Durante a missão, os empreendedores terão uma agenda intensa com treinamento de pitch internacional, prospecção de clientes, parceiros e investidores e à conexão a ambientes de inovação, acesso a workshops com prestadores de serviços; reuniões com potenciais parceiros de negócios; e visitas de imersão ao ecossistema de inovação em Toronto.
O StartOut Brasil é uma iniciativa conjunta dos ministérios da Economia e das Relações Exteriores (MRE), Sebrae, Apex-Brasil e Anprotec.
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/startout-brasil-abre-inscricoes-para-missao-em-toronto/127962/

quinta-feira, 14 de março de 2019

25 vagas de emprego em startups de tecnologia

Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), em todo o Brasil, estima-se que existam cerca 6 mil startups — mais do que o dobro registrado há seis anos. Com o mercado em plena ascensão, muitos profissionais enxergam no universo dessas empresas uma alternativa ao modelo tradicional de emprego, seja pelo foco na inovação e o uso da tecnologia como base de suas soluções ou pelo próprio modelo de trabalho: sempre mais informal.
Se você planeja vivenciar na prática a experiência de trabalhar em um startup, selecionamos, abaixo, 25 oportunidades abertas para diferentes perfis de profissionais. Confira:
GUPY (São Paulo)
O que faz: A Gupy é líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e Machine Learning no Brasil. Utilizando Inteligência Artificial e People Analytics, a startup realiza gestão de candidatos, vagas e triagem automatizada, com o objetivo de tornar o recrutamento mais eficiente e melhorar a experiência dos candidatos, gestores e profissionais da área de RH.
Oportunidades: para as vagas efetivas (12), procura-se profissionais para ocupar os cargos de Analista de SEO e Desenvolvimento, Suporte T.I. Júnior, Account Enterprise, Cientista de Dados, Coordenador de Conteúdo, DevOps Engineer, Especialista em Projetos de Implementação, Gerente de Sucesso, Head Comercial, Desenvolvedor de Back-end Node.js, Front-end React.js e Full Stack Node.js e React.js. Para as vagas de estágio, o estudante ocupará o cargo de Customer Experience e Business Intelligence em Customer Success.
O que a empresa oferece: vale alimentação, plano de saúde, desconto no Gympass, horário flexível e não exige dress code.
Como se candidatar: o interessado deve acessar o site oficial.
GRUPO THINKSEG (São Paulo)
O que faz: O Grupo Thinkseg é um marketplace de seguros independente que endereça toda a cadeia da indústria com inovação e tecnologia: desde a aquisição de clientes, à formulação, precificação e distribuição de produtos e serviços, até o atendimento ao cliente.
Oportunidades: o Grupo oferece duas vagas, uma para Assistente de Implantação (Seguro Saúde) e outra para Assistente Técnico de Seguros.
O que a empresa oferece: vale refeição, vale transporte, seguro de vida e seguro saúde, seguro odontológico.
Como se candidatar: o interessado deve enviar o currículo para o e-mail: rh@thinkseg.com.
CASAFY (São Paulo)
O que faz: No início de 2019, o portal de venda e aluguel de imóveis Casafy iniciou uma nova fase no País, após a aquisição da operação argentina pela OLX, e a entrada de fundos internacionais, como Telor, da Áustria, e Morcote, da Estônia, como sócios majoritários. Com operações no Brasil, Chile e México o portal conta com mais de 2 milhões de imóveis cadastrados e mais de 9000 imobiliárias clientes.
Oportunidades: as vagas abertas são para Back-end Sênior Developer, Growth Hacker e Web Designer.
O que a empresa oferece: Contratação CLT, Plano de saúde e odontológico, ticket refeição, salário competitivo e bônus nos resultados da empresa.
Como se candidatar: o interessado deve se candidatar através do Linkedin da empresa.
UMCLUB (Rio de Janeiro)
O que faz: O aplicativo Umclub é uma solução completa para shoppings, uma fintech que oferece serviços de crédito, fidelização, meios de pagamentos, marketplace e big data, com foco em ajudar o varejo a atrair, conquistar e manter seus clientes, potencializando negócios e combinando novas tecnologias.
Oportunidades: as vagas abertas são para estágio em Designer e em Comunicação e Marketing, ambas no Rio de Janeiro.
O que a empresa oferece: horário flexível e bolsa auxílio compatível com o mercado.
Como se candidatar: o candidato deve enviar seu currículo para daniel@umclub.io.
FACILY (São Paulo)
O que faz: A Facily é uma startup de compras online que conecta os melhores preços aos usuários, com entrega rápida. Com operação em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Fortaleza e Salvador no segmento de beleza e bem-estar (delivery de manicure, pedicure, design de sobrancelha, cabelos, maquiagem, massagem e depilação), restaurantes e compras online, o app deve expandir suas ofertas e operações por todo o país, em breve.
Oportunidade: a vaga aberta é para o cargo de Marketing Analyst.
O que a empresa oferece: benefícios compatíveis com o mercado.
Como se candidatar: o candidato deve enviar apenas o link do seu linkedin para contato@faci.ly.
ARQUIVEI (São Carlos)
O que faz: A Arquivei é uma empresa que fornece plataforma de monitoramento, gestão e inteligência de documentos fiscais. Criada em 2014, surgiu para suprir uma dificuldade das empresas na gestão mais eficiente de seus dados fiscais.
Oportunidades: As vagas em aberto são para Coordenador de Inbound Marketing, Lead de Comunicação e Back End Engineer.
O que a empresa oferece: benefícios compatíveis com o mercado.
Como se candidatar: o candidato deve se candidatar pelo site de vagas da empresa.
Fonte https://www.mundorh.com.br/25-vagas-de-emprego-em-startups-de-tecnologia/

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Rappi chega a shopping centers, seguindo plano de virar “super aplicativo”

Startup colombiana de delivery colocará estação com compradores próprios em seis centros de compras, começando pelo Parque D. Pedro Shopping (Campinas)

Após entregar dinheiro vivo e incluir serviços como manicures e consertos residenciais em seu aplicativo, a startup colombiana de delivery Rappi dá mais um passo para se tornar “o app home screen dos smartphones da América Latina”, como prometeu seu cofundador Simón Borrero.
No Brasil, mercado que cresce acima da média para a Rappi e concentra um quinto de seus mais de 3,6 milhões de usuários, a startup fechou uma parceria com o grupo de shopping centers Sonae Sierra Brasil para ter uma equipe dedicada de compradores em seis de seus centros de compras.
Marcas internacionais que possuem estabelecimentos nos shoppings do grupo, como a rede de fast food McDonald’s e as cafeterias Starbucks, aderiram ao projeto piloto. Tais entregas, promete a Rappi, não farão os brasileiros desistirem dos passeios para compras.

Estratégia: em busca do “super aplicativo”

As mais de 100 mil lojas nos 571 centros de compras nacionais registraram 167,7 bilhões de reais em vendas em 2017, crescimento de 6,2% sobre o ano anterior, de acordo com a Associação Brasileira dos Shopping Centers (Abrasce). “Existe um potencial grande a ser trabalhado e essa parceria melhora nossa proposta de valor de ser um ‘super aplicativo’. Os shoppings concentram diversos estabelecimentos, de lojas de presentes a restaurantes, para os quais nosso cliente vê sentido em ter uma entrega com conveniência e rapidez”, afirma Camila Velzi, diretora de desenvolvimento de negócios da Rappi no Brasil.
Se a estratégia parece com os megalomaníacos aplicativos chineses, como o mensageiro (e banco) WeChat, não é uma coincidência. Diferentemente de mercados como os Estados Unidos, onde há apps para todos os nichos, os donos de smartphones na América Latina e na China possuem pouca memória para armazenar diversas aplicações – e elas logo são desinstaladas para ceder espaço a fotos e vídeos. A ideia da Rappi não é entregar comida ou um remédio, mas tempo para usuários e renda extra para entregadores, chamados rappitenderos.
Para a diretora, a entrada da Rappi nos centros de compras não tem como objetivo fazer os brasileiros pararem de adquirir produtos fisicamente. O shopping center é um local de compras que tem o benefício da experiência com os produtos e oferece passeios complementares, como idas a cafeterias e cinemas. “Estamos fazendo o omnichannel [diversos canais de venda integrados] dessas lojas, oferecendo um momento de compra diferente”.
De acordo com Laureane Cavalcanti, diretora executiva de marketing e comunicação do grupo Sonae Sierra Brasil, a demanda por delivery pelos frequentadores dos shoppings centers sempre existiu. “Percebemos um aumento dessa procura nos últimos meses, até por conta da popularização da Rappi.”
Vale lembrar que a Rappi também atua nas compras nesses estabelecimentos físicos por meio de QR Codes, que permitem pagamentos por meio do aplicativo e oferecem benefícios como a devolução de parte do dinheiro (cashback).

Projeto piloto nos shoppings

O primeiro shopping center a receber o aplicativo da Rappi é o Parque D. Pedro, em Campinas (São Paulo). As entregas começaram nesta semana. Em um dia do final de semana, cerca de 100 mil visitantes passam pelo local, de acordo com o grupo Sonae Sierra Brasil.
No Parque D. Pedro, a Rappi terá uma equipe própria de compradores, ou rappitenderos. Esses profissionais receberão os pedidos, realizarão as compras nas lojas indicadas e entregarão a encomenda aos motoboys. O próprio motoboy fazia todo esse processo, o que aumentava o tempo de espera do consumidor.
Das 395 lojas presentes no centro de compras, 80 participarão da primeira fase de implementação da Rappi. Alguns estabelecimentos do Parque D. Pedro integrantes são a rede de fast food McDonald’s, as cafeterias Starbucks, a sorveteria Bacio di Latte e o restaurante L’Entrecote de Paris.
As primeiras verticais trabalhadas com os shoppings serão gastronomia, conveniência e presentes, que possuem mais demanda por entregas velozes. Mesmo assim, o grupo Sonae Sierra Brasil não descarta colocar futuramente estabelecimentos como lojas de roupas, por exemplo.
A Rappi precisa firmar uma parceria tanto com os shopping centers, para colocar sua equipe de compradores, quanto com os estabelecimentos, para incluí-los no aplicativo. “A primeira expectativa é proporcionar aos lojistas um crescimento em vendas e em receita, atendendo o cliente onde quer que ele esteja. Mas, olhando para o futuro, faz parte da nossa estratégia de digitalização”, diz Cavalcanti, do Sonae Sierra Brasil.
A solução será expandida para outros centros de compras do grupo, como Metrópole (ABC, São Paulo), Plaza Sul (São Paulo), Passeio das Águas (Goiânia), Londrina Shopping (Paraná) e Manauara Shopping (Manaus). A Rappi não atua em cidades como Manaus e a associação com shopping centers pode ser uma estratégia de entrada, garantindo um volume significativo de estabelecimentos disponíveis na região logo de cara.

O tamanho da Rappi

A Rappi está em sete países da América Latina, com média de crescimento mensal de 20% no ano passado. No Brasil, o aplicativo de delivery está em 13 cidades e registra taxa de crescimento mensal de 30%. No acumulado de 2018, a startup afirma ter aumentado em sete vezes o número de produtos entregues.
Até novembro do ano passado, a Rappi tinha 3,6 milhões de usuários, um quinto deles no Brasil. Com “milhares de estabelecimentos”, mediava 11 mil pedidos por hora. A startup não divulga dados atualizados, mas afirma ter superado tais números. Nos próximos três anos, o empreendimento de delivery projeta chegar a 80 milhões de usuários. Parte deles, a Rappi espera, frequentadores de shopping centers.
Fonte https://exame.abril.com.br/pme/rappi-chega-a-shopping-centers-seguindo-plano-de-super-aplicativo/

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Como o empreendedor deve exercitar a mente?

Performance mental é essencial para manter os negócios na linha do sucesso

O empreendedor no Brasil tem desafios diários a serem superados, grandes responsabilidades que muitas vezes comprometem a sua principal escada para o sucesso: o cérebro. Muitas vezes, atrelados a outros problemas pessoais, o empresário vai caindo pouco a pouco em uma rotina, e vai perdendo, ainda que sem perceber, a sua performance mental. Performance, uma palavra que geralmente é atrelada a condições físicas, somente hoje é equiparada também ao lado emocional, que afeta diretamente a criatividade, o foco, a memória e consequentemente, o aprendizado. O que, convenhamos, é essencial para o sucesso!
Não estamos falando aqui de uma mera questão psicológica, mas sim de tratar a mente como parte de um organismo complexo, que é o nosso corpo. Já está mais do que comprovado: você é o que a sua mente pode ser! Apesar disso, poucos empreendedores apostam na performance mental para levar o seu negócio ao sucesso. Diariamente, enquanto trabalhamos, estamos colocando ela em prática, mas nem sempre com o máximo de seu potencial. Conseguir manter o seu nível de estresse diário sob controle, diante das adversidades que vão surgindo, não é uma tarefa fácil, porém, é possível e sempre podemos melhorar. Como?

Hábitos como os da meditação, alimentação e atividade física, estão diretamente ligados a estes fatores. Por exemplo, ter uma dieta equilibrada e consumir alimentos desinflamatórios, pobres em carboidratos, ricas em gordura, ômega 3 (e o componente DHA), peixe, azeite de oliva, etc, e evitar o glúten, leite e outros alimentos alérgenos, é fundamental. Enquanto o primeiro time traz nutrientes, vitamina e energia, o segundo time causa a inflamação do cérebro, o que compromete o seu rendimento. As atividades físicas também são essenciais, principalmente exercício aeróbicos que estão diretamente ligados à performance mental. A meditação é a chave dos maiores empreendedores de sucesso no mundo e deve ser cada vez mais praticada, pois um dos seus primeiros resultados é a melhora da concentração e do foco.
Muitos procuram a ajuda psicológica ou do coach, que sem dúvida são de grande valia neste processo, mas é preciso entender que o cérebro é também o responsável pela parte funcional de todo o organismo. É conhecido hoje na medicina que se o nível de testosterona no homem ou na mulher estiver muito baixo, haverá a tendência de se desenvolver depressão e a perda de concentração. Se os níveis de cortisol estiverem altos, haverão déficits no funcionamento cognitivo. Portanto, a performance mental vai muito além do simples lado emocional, tendo fatores externos ou não, a influenciar um determinado comportamento do cérebro 24h por dia. É preciso “malhá-lo” assim como se faz com o corpo na academia.
O sono é outro fator que contribui para melhorar ou prejudicar o cérebro. Basicamente, a performance mental é dividida em quatro sub-áreas: foco e concentração, aprendizado, memória e criatividade. Todos ficarão comprometidos diante de noites de sono mal dormidas. Nosso corpo é uma máquina do qual o cérebro é o comandante, e quando um comandante não vai bem, isso reflete em todo o resto ao seu redor, inclusive no que é externo ao empresário. Para ter uma carreira bem sucedida e ter uma equipe motivada é preciso ser o líder que a sua mente pode ser.
Dr. Thiago Volpi —  Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), e pós-graduado em Nutrologia, o Dr. Thiago Volpi fundou em 2006 o Espaço Volpi, clínica especializada em tratamentos para emagrecimento, estética, beleza, saúde e bem-estar aliado à performance mental, que hoje conta com 47 profissionais especializados. Também é sócio de um restaurante em São Paulo e atua com o segmento de franquias.
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/como-o-empreendedor-deve-exercitar-a-mente/127833/

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